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#BB | 09/02/2026
Movimento Sindical cobra soluções para problemas gerados pela reestruturação do BB

Reunião com superintendente estadual do Banco do Brasil, Ricardo Sehn, na sexta-feira (06/02), expôs divergências sobre os impactos da reestruturação.

Representantes dos sindicatos da base da Fetrafi-RS participaram de uma reunião online com o superintendente estadual do Banco do Brasil, Ricardo Sehn, e com a Gepes (Gestão de Pessoas)para tratar dos impactos da reestruturação em curso na rede de agências. 

Durante a reunião, o superintendente ressaltou o esforço do BB para garantir a recolocação dos cargos comissionados, preferencialmente por meio de movimentações laterais dentro do próprio município. "Segundo ele, os contatos com os trabalhadores interessados já estão em andamento, o processo de seleção segue aberto e há um empenho institucional para evitar descomissionamentos", informou a representante do RS na CEE do Banco do Brasil, Priscila Aguirres".

Excesso de escriturários preocupa sindicatos

A principal preocupação do Movimento Sindical diz respeito ao excesso de escriturários em diversas unidades. De acordo com Priscila Aguirres, a direção do BB informou que realizará rodadas de movimentação — inicialmente cinco dentro dos municípios e, posteriormente, mais cinco em âmbito nacional — com o objetivo de tentar equilibrar os quadros. 

A questão dos excessos é apontada pelo Banco como pontual, no entanto, os representantes dos trabalhadores citaram diversos municípios com excedentes expressivos. "Não estamos falando de casos isolados. São situações repetidas em várias cidades, o que demonstra um problema estrutural da reestruturação", destacou Priscila.

Atenção às movimentações e defesa das condições de trabalho

Embora o BB afirme que os excessos tendem a ser resolvidos com as recolocações, o Movimento Sindical avalia que haverá dificuldades e que o cenário pode se agravar com novas etapas de reestruturação. Os dirigentes também relembraram que, em processos anteriores, foi necessária uma liminar judicial para garantir que não houvesse remoções superiores a 50 quilômetros da lotação original.

A reunião foi encerrada com o Banco se colocando à disposição para tratar dos casos que surgirem, enquanto o Movimento Sindical reafirmou que seguirá acompanhando de perto todas as movimentações, com o objetivo de proteger os trabalhadores e garantir condições dignas de trabalho nas unidades.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação da Fetrafi-RS

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